Petista executado: Líderes do PT pedem federalização do crime em Foz do Iguaçu

Corpo de Marcelo Arruda, vítima do terrorismo bolsonarista, é velado em Foz do Iguaçu - Brasil 247

Marcelo Arruda, que foi candidato a vice-prefeito de Foz do Iguaçu pelo PT em 2020, era tesoureiro municipal do partido e tinhao tema da festa de comemoração dos seus 50 anos em homenagem a Lula e ao PT.  O crime chocou o pais e levou as autoridades a se manifestarem. O Presidente do TSE Alexandre de Moraes  disse que é inaceitável a radicalização da politica, os candidatos a Presidentes da republica também pediram paz e harmonia nas eleições, mais todos preocupados com o atual momento politico de ódio e extremismo da direita comandada por Bolsonaro. Aqui no Extremo Sul a Dirigente do MST Eliane Oliveira condenou o crime, disse que tanto ela quanto o Deputado Valmir Assunção e todos companheiros estão chocados com o rumo que tem tomado a politica e a próxima eleição, como assassinato de lideranças indígenas, trabalhadores e militantes. Recentemente comitivas do candidato Lula tem sido atacado com fezes por grupos Bolsonaistas.  

Jorge José da Rocha Guaranho atirou em Marcelo Arruda, que revidou e os dois morreram

Jorge José da Rocha Guaranho-O ASSASSINO É BOLSONARISTA E NA FOTO FAZ GESTOS DE ARMA  IMITANDO O PRESIDENTE BOLSONARO

Delegada afirma que assassino de Marcelo Arruda está vivo

Lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) defendem a federalização do crime que culminou na morte de um petista em Foz do Iguaçu (PR), no sábado (9). Eles querem que o assassinato do guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda, que teve a festa de aniversário invadida pelo policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, 38 anos, seja investigada pela Polícia Federal.

Arruda, que foi candidato a vice-prefeito de Foz do Iguaçu pelo PT em 2020, era tesoureiro municipal do partido e tinha a decoração da festa de comemoração dos seus 50 anos em homenagem a Lula e ao PT.

O policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, que invadiu a festa do guarda municipal Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu, e atirou contra ele, dizia em suas redes sociais que “arma é igual a defesa”. Testemunhas dizem que o crime foi praticado por motivação política. Bolsonarista, ele atirou contra o guarda que fazia uma festa com temática petista. Antes de morrer, Arruda também disparou.

O policial, conforme a Polícia Civil do Paraná, está internado no hospital municipal Germano Lauck. Mais cedo, a Civil havia confirmado a morte. A unidade de saúde, procurada pela reportagem, não informou o estado de saúde do atirador, alegando que “só presta informações pessoalmente”.

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