Policia apura que PM itamarajuense cometeu suicídio, parente diz em depoimento que Adailton falou sobre depressão e problema conjugal

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Da redação TH

Concluído inquérito policial sobre a morte de militar itamarajuense em praia do ES

SUICÍDIO: Concluído inquérito policial sobre a morte de militar itamarajuense em praia do ES .

Consta no depoimento de um dos familiares que durante uma conversa Adailton teria dito que havia chegado a sofrer uma depressão em razão de problemas com a ex-mulher. Ainda segundo as investigações foi apresentada uma carta de suicídio supostamente escrita por Adailton, localizada na mochila do filho onde ele se despedia da família.

A Polícia Civil de Itamaraju concluiu o inquérito policial que apurava o desaparecimento do policial militar Adailton de Brito Silva, de 43 anos na época, caso ocorrido em março de 2019. O corpo do cabo Adailton, como era mais conhecido, foi localizado na praia de Guarapari-ES.

Após oitivas com familiares, incluindo o depoimento de Vitória Maria Alves dos Santos, ex-companheira do militar, com quem teve um filho, a Polícia Civil levantou que o casal havia combinado de passar uns dias na cidade de Guarapari-ES., onde comemorariam o aniversário da criança.

Segundo Vitória, eles ficaram hospedados na casa de uma amiga na cidade capixaba e no dia 25 de fevereiro de 2019, Adailton teria saído em direção ao ponto de ônibus com destino à residência de uma prima na cidade de Vila Velha-ES., sendo que no dia seguinte retornaria sozinho para Porto Seguro.

Contudo, após esse dia, ninguém mais teve contato com o policial militar itamarajuense, sendo que apenas em 3 de março daquele ano de 2019, nove dias após o desaparecimento, os parentes tomaram conhecimento de que o corpo encontrado em uma praia na cidade de Guarapari-ES., era de Adailton.

Consta no depoimento de um dos familiares que durante uma conversa Adailton teria dito que havia chegado a sofrer uma depressão em razão de problemas com a ex-mulher. Ainda segundo as investigações foi apresentada uma carta de suicídio supostamente escrita por Adailton, localizada na mochila do filho onde ele se despedia da família.

A Polícia Civil solicitou exame grafotécnico ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) e o laudo pericial constatou que de fato a carta fora escrita pelo policial militar.

Dessa forma, em razão do laudo pericial consistir em prova objetiva, foi finalizado o inquérito policial do caso, com a conclusão de não restar dúvida que a morte do policial militar foi mesmo por suicídio.

Antes de desaparecer e ser encontrado morto no Espírito Santo, Adailton de Brito Silva, de 43 de anos, lotado na 43ª Companhia Independente de Itamaraju, estava a serviço da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) lotado no posto fiscal de Argolo, distrito de Nova Viçosa.

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